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Pipocando boas ideias em 140 caracteres.

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

O que é real?

pipocado por Pércio Faria Rios às 12:00:00 AM
e então... 
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Tenho-me deparado, nesses tempos recentes, com uma série de reflexões do tipo isso-não-leva-ninguém-a-lugar-nenhum. Muitas delas. A coisa vai girando da cegueira até o espelho, das torneiras até o crack na latinha e, pra falar a verdade, eu adoro isso. Sou arrebatado por todas as teorias conspiratórias absurdas, quase choro de alegria com todo choque de ideias sempre a mexer com minhas estruturas, sarar todas as feridas. Algumas delas realmente não me levam a lugar algum; outras me atravessam, me saem, me elevam de mim; me batem, me voltam e me mostram um outro eu e um outro mundo que eu não conhecia.
Indo em direção à faculdade, na última sexta-feira (28/05), tive a atenção chamada pela primeira vez a uma frase que há muito estava ali, pintada em letras garrafais, numa das paredes do corredor de asfalto que atravesso em todo dia útil: O QUE É REAL?
Lembrei-me, imediatamente, do Pr. Ed René Kivitz. Lembrei-me da metade que li do primeiro livro dele. Ele conta algo sobre os anos em que passava em frente ao cemitério do Araçá, em São Paulo, onde alguém havia pichado a frase: Olhe ao redor. Estranho, né? Kivitz diz que, na certa, aquele pichador não se referia à quietude do lado de dentro das paredes, e sim à turbulência excessiva do lado de fora. Lembrei-me de que pichadores e grafiteiros, artistas frustrados e artistas, quase sempre são enigmáticos e querem dizer algo além da superfície.
O que me ocorreu em seguida foi tentar fazer uma desagregação na busca do conhecimento, como um anatomista, que divide o corpo humano em várias partes a fim de estudar melhor a coisa; de ter mais abrangente a visão. Eu era um médico de frases. O QUE É REAL? deve ter sido escrito por alguém que não tinha um tostão furado sequer. Este é o primeiro, não o mais claro, mas o primeiro e mais bestial sentido que poderíamos dar à frase: O que é o nosso sistema de unidade monetária? Não sei; nunca vejo esses papéis a que vocês atribuíram valores. Nesse ponto de vista nada há de preocupante usando a ótica comum do povo brasileiro: Foda-se a falta de dinheiro do camarada. Não trabalhou, não se esforçou e dançou. Alguns outros, por peso na consciência, abaixariam o vidro do carro para dar umas moedas ao pintor.
A segunda, essa sim a interpretação mais clara, seria: O que é a realidade? Qual de vocês prepotentes tem provas de que essa realidade é mesmo real? Mais uma vez, nada de desafios extraordinários à ordem. A frase foi escrita por um toxicômano, pensaria a maior parte da gente de nossa terra, ele estava tão envolvido com as drogas que começou a desejar mais o delírio do que o “mundo real”. Não há suficiência nessa cutucada pra fazer com que alguém imagine: É comigo que ele está falando. Ele é gente como eu, vê a realidade com outros olhos, com os olhos do desprendimento e da necessidade, talvez eu deva pensar um pouco sobre os meus conceitos de vida real.
Por fim, era hora de pegar o caminho inverso, a via da agregação das conclusões tiradas pela desagregação. As duas faces da ambiguidade da frase eram perpendiculares, e se cruzavam formando um terceiro e mais atraente sentido no ponto da união: Esse mundo governado pelo dinheiro é real? Já pararam pra pensar no absurdo que é o potencial de venalidade de vocês? Não acham crueldade demais relegar um puto como eu às moscas só porque eu não tenho essa porra de papel? Será que não vivem demais em função de ganhar e se esquecem da beleza de compartilhar?
Então a minha veia pessimista começa a bombear sangue demais para o cérebro. Acordo e vejo que não é bem assim. Só critica o sistema quem não consegue adaptar-se a ele, contra-argumenta o brasileiro. Sinto que não dá pra continuar sonhando. Sonhadores acabam jogados numa rua qualquer pichando frases reflexivas em paredes. Não quero isso pra mim.

***
Gostaria de deixar meus respeitosos parabéns à Gabi Leite, como irmãos de blog que somos, pelo seu aniversário no dia 31 de maio, mais precisamente, hoje. Felicidades, Gabi!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Sim, essa estatística me assusta

pipocado por Neto às 6:44:00 PM
e então... 
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Hoje estava dando uma olhada nos blogs que costumo ler e achei uma estatística que me assustou muito. Confesso que não era novidade, mas nem sempre é bom quando você lê alguma coisa que achava que era apenas uma possibilidade e agora é uma realidade.
A notícia era a seguinte: “Aproximadamente apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, o que significa que 60% se desviam nesse período. Apenas 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens de suas igrejas para continuarem na igreja depois do período escolar”.

Não quero ser crente a ponto de no final do texto fazer um apelo para que você levante sua mão ou algo dessa natureza. A questão é: 60% da galera que vai pra faculdade piram o cabeção.

Não diria que esse é um problema só da igreja, acredito que posso ir mais além e dizer que parte do problema esta em casa. Pais que não deixam seus filhos terem uma vida social com os amigos; pais que, se o filho vai à esquina de casa, estão ligando pra saber se chegou bem. Espero que até aqui o amigo leitor tenha entendido a ideia, não estou dizendo que os pais ou responsáveis não devem se preocupar com os seus filhos, a questão não é essa, a questão é que, quando o filho vai estudar em uma faculdade que não seja da mesma cidade onde seus pais moram, ele simplesmente vai fazer tudo aquilo que seus pais não permitiam.

O Instituto Juventude Completa, nos Estados Unidos lançou o projeto “ Movimento Fé Fortalecida” que tem o propósito de ajudar os alunos a desenvolver uma fé que faça parte dos seus pensamentos e emoções interiores, e pois isso também exteriorizada nas escolhas e ações.
Espero do fundo do meu coração que essa estatística mude.

domingo, 16 de maio de 2010

Querido diário, voltei.

pipocado por Laís Brum às 4:58:00 PM
e então... 
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Nossa, havia um tempo já que eu não escrevia aqui né diário?! (vide post de 16/02/2010) Pois bem, aconteceu tanta coisa desde aquele dia... Fiquei de escrever quando a professora chata entrasse na sala, a mulher foi demitida para dar lugar a um cara que prende a atenção de qualquer aluno, ele não é bonitão, mas sabe muito, aah, inteligência é afrodisíaco!
Falando em bonitão, lembra daquele com quem eu queria sair lá da repartição? Perdi o gato, ele saiu com outra pessoa do meu trabalho. O meu chefe. Que claro, quando soube dos meus passados risos para o bonitão, me demitiu. Foi uma decepção, fiquei super arrasada, deprimida, quieta e caída, até o dia que fui deixar meu currículo e o homem que atendeu era outro bonitão. Estou trabalhando lá agora.
Outras coisas aconteceram de fevereiro pra cá, a terra tremeu no Chile e na Turquia, o casal Nardoni foi finalmente julgado, e os brasileiros juntaram um milhão e meio para dar para Marcelo Dourado. A terra tremeu de novo no México, EUA, Indonésia e China, e começa a cair água do céu no Estado do Rio e não para até matar mais de 300 pessoas, Lula foi escolhido um dos líderes mais influentes do mundo, quem diria. E o mais recente: Dunga aderiu a campanha contra as drogas, não está usando craque. Mas o que me deixou mais chateada nestes meses, foi que tinha um blog que eu acompanhava que postava texto de dois em dois dias, lá eles falavam sobre tudo e sobre nada, eram coisas interessantes, palavras difíceis, palavras insanas, escritores que deveria seguir carreira. Não sei porquê, quase não se posta mais lá, com certeza há motivos, mas não mais fortes que o compromisso de escrever uma vez por mês, ou que a minha vontade e de mais uma galera de uma boa leitura.
Bom diário, é isso por hoje, beijos e boa noite!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Era uma vez...

pipocado por Lilian às 2:51:00 AM
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Era uma vez uma Senhorita chamada Brisa de personalidade calma e tranquila, que apenas sentia-se responsável por transferir frescor e clima suave às pessoas. Mas por algum motivo ou razão os fatos mudaram. Ela tornou-se vítima de uma mutação, uma metamorfose ou qualquer outra coisa do gênero. Então a doce e meiga Brisa transformou-se, em segundos e como um flash, numa arrasadora Senhora chamada Tempestade. A sensação foi agressiva para si mesma e para quem ela encontrava pelo caminho. Pois como toda Tempestade, que honra o seu nome, ela foi passando, devastando e derrubando o que havia à sua frente... causando obstáculos e até mesmos buracos. Ao mesmo tempo em que fazia isso involuntariamente, ela se culpava e buscava uma saída. Sentia saudade dos tempos de calmaria e do que transmitia de bom quando ainda era apenas uma simples e significante Brisa. Queria de volta os seus momentos sublimes e honráveis. Queria voltar a ser chamada pelo nome que ecoava quase como um sopro de tão leve. Decidiu então não se entregar a esse clima brusco e sufocante. Porém tinha plena convicção de que o retrocesso não seria tão rápido quanto o processo que acabara de sofrer. Mas estava disposta! Disposta a esperar pela transformação. Sonhava com isso como uma lagarta que aguarda o momento de sair do casulo e encontrar a liberdade presenteada em asas de borboleta. E foi aí, nessa jornada de se redescobrir, que ela começou aprender mais de si mesma e da sua história. Se deparou com um caminho longo e uma trajetória lenta. Em certos momentos achou que não iria suportar ou até mesmo que não haveria mais jeito. Pensou em desistir e aceitar sua nova forma. Mas algo a fazia acreditar que isso seria o mesmo de entregar os pontos e se deixar vencida. Então ela se lembrou do antes e do quanto sua chegada era bem-vinda e aguardada. Não se contentava, de forma alguma, em ser uma Senhora Tempestade. Sonhava sim, e insistentemente, em voltar a ser chamada de Senhorita Brisa. Aliás, não só sonhava como também ainda sonha. Afinal ela não chegou ao fim desse processo é lento. E é preciso que seja! Pois só assim ela será capaz de se recompor e interpretar cada lição desaprendida. Uma vez que não se trata apenas de mudar e se readaptar, mas de absorver e redescobrir valores, princípios e verdades. E foi em meio a tudo isso que ela confidenciou ao Senhor Tempo que o motivo de sua perseverança encontra-se impregnado na sensação de esperança trazida pelo Bom Vento de cada dia.

 

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