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Pipocando boas ideias em 140 caracteres.

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terça-feira, 18 de maio de 2010

Sim, essa estatística me assusta

pipocado por Neto às 6:44:00 PM
e então... 
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Hoje estava dando uma olhada nos blogs que costumo ler e achei uma estatística que me assustou muito. Confesso que não era novidade, mas nem sempre é bom quando você lê alguma coisa que achava que era apenas uma possibilidade e agora é uma realidade.
A notícia era a seguinte: “Aproximadamente apenas 40% dos jovens continuam na igreja depois da formatura, o que significa que 60% se desviam nesse período. Apenas 16% dos calouros da faculdade se sentem bem preparados pelos ministérios de jovens de suas igrejas para continuarem na igreja depois do período escolar”.

Não quero ser crente a ponto de no final do texto fazer um apelo para que você levante sua mão ou algo dessa natureza. A questão é: 60% da galera que vai pra faculdade piram o cabeção.

Não diria que esse é um problema só da igreja, acredito que posso ir mais além e dizer que parte do problema esta em casa. Pais que não deixam seus filhos terem uma vida social com os amigos; pais que, se o filho vai à esquina de casa, estão ligando pra saber se chegou bem. Espero que até aqui o amigo leitor tenha entendido a ideia, não estou dizendo que os pais ou responsáveis não devem se preocupar com os seus filhos, a questão não é essa, a questão é que, quando o filho vai estudar em uma faculdade que não seja da mesma cidade onde seus pais moram, ele simplesmente vai fazer tudo aquilo que seus pais não permitiam.

O Instituto Juventude Completa, nos Estados Unidos lançou o projeto “ Movimento Fé Fortalecida” que tem o propósito de ajudar os alunos a desenvolver uma fé que faça parte dos seus pensamentos e emoções interiores, e pois isso também exteriorizada nas escolhas e ações.
Espero do fundo do meu coração que essa estatística mude.

domingo, 16 de maio de 2010

Querido diário, voltei.

pipocado por Laís Brum às 4:58:00 PM
e então... 
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Nossa, havia um tempo já que eu não escrevia aqui né diário?! (vide post de 16/02/2010) Pois bem, aconteceu tanta coisa desde aquele dia... Fiquei de escrever quando a professora chata entrasse na sala, a mulher foi demitida para dar lugar a um cara que prende a atenção de qualquer aluno, ele não é bonitão, mas sabe muito, aah, inteligência é afrodisíaco!
Falando em bonitão, lembra daquele com quem eu queria sair lá da repartição? Perdi o gato, ele saiu com outra pessoa do meu trabalho. O meu chefe. Que claro, quando soube dos meus passados risos para o bonitão, me demitiu. Foi uma decepção, fiquei super arrasada, deprimida, quieta e caída, até o dia que fui deixar meu currículo e o homem que atendeu era outro bonitão. Estou trabalhando lá agora.
Outras coisas aconteceram de fevereiro pra cá, a terra tremeu no Chile e na Turquia, o casal Nardoni foi finalmente julgado, e os brasileiros juntaram um milhão e meio para dar para Marcelo Dourado. A terra tremeu de novo no México, EUA, Indonésia e China, e começa a cair água do céu no Estado do Rio e não para até matar mais de 300 pessoas, Lula foi escolhido um dos líderes mais influentes do mundo, quem diria. E o mais recente: Dunga aderiu a campanha contra as drogas, não está usando craque. Mas o que me deixou mais chateada nestes meses, foi que tinha um blog que eu acompanhava que postava texto de dois em dois dias, lá eles falavam sobre tudo e sobre nada, eram coisas interessantes, palavras difíceis, palavras insanas, escritores que deveria seguir carreira. Não sei porquê, quase não se posta mais lá, com certeza há motivos, mas não mais fortes que o compromisso de escrever uma vez por mês, ou que a minha vontade e de mais uma galera de uma boa leitura.
Bom diário, é isso por hoje, beijos e boa noite!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Era uma vez...

pipocado por Lilian às 2:51:00 AM
e então... 
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Era uma vez uma Senhorita chamada Brisa de personalidade calma e tranquila, que apenas sentia-se responsável por transferir frescor e clima suave às pessoas. Mas por algum motivo ou razão os fatos mudaram. Ela tornou-se vítima de uma mutação, uma metamorfose ou qualquer outra coisa do gênero. Então a doce e meiga Brisa transformou-se, em segundos e como um flash, numa arrasadora Senhora chamada Tempestade. A sensação foi agressiva para si mesma e para quem ela encontrava pelo caminho. Pois como toda Tempestade, que honra o seu nome, ela foi passando, devastando e derrubando o que havia à sua frente... causando obstáculos e até mesmos buracos. Ao mesmo tempo em que fazia isso involuntariamente, ela se culpava e buscava uma saída. Sentia saudade dos tempos de calmaria e do que transmitia de bom quando ainda era apenas uma simples e significante Brisa. Queria de volta os seus momentos sublimes e honráveis. Queria voltar a ser chamada pelo nome que ecoava quase como um sopro de tão leve. Decidiu então não se entregar a esse clima brusco e sufocante. Porém tinha plena convicção de que o retrocesso não seria tão rápido quanto o processo que acabara de sofrer. Mas estava disposta! Disposta a esperar pela transformação. Sonhava com isso como uma lagarta que aguarda o momento de sair do casulo e encontrar a liberdade presenteada em asas de borboleta. E foi aí, nessa jornada de se redescobrir, que ela começou aprender mais de si mesma e da sua história. Se deparou com um caminho longo e uma trajetória lenta. Em certos momentos achou que não iria suportar ou até mesmo que não haveria mais jeito. Pensou em desistir e aceitar sua nova forma. Mas algo a fazia acreditar que isso seria o mesmo de entregar os pontos e se deixar vencida. Então ela se lembrou do antes e do quanto sua chegada era bem-vinda e aguardada. Não se contentava, de forma alguma, em ser uma Senhora Tempestade. Sonhava sim, e insistentemente, em voltar a ser chamada de Senhorita Brisa. Aliás, não só sonhava como também ainda sonha. Afinal ela não chegou ao fim desse processo é lento. E é preciso que seja! Pois só assim ela será capaz de se recompor e interpretar cada lição desaprendida. Uma vez que não se trata apenas de mudar e se readaptar, mas de absorver e redescobrir valores, princípios e verdades. E foi em meio a tudo isso que ela confidenciou ao Senhor Tempo que o motivo de sua perseverança encontra-se impregnado na sensação de esperança trazida pelo Bom Vento de cada dia.

 

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