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Pipocando boas ideias em 140 caracteres.

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Crazy!

pipocado por Lucas Lindão às 2:04:00 PM
e então... 
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26 de Agosto de 2009.


Pois é, chegou minha vez de postar nessa mistureba blogal. Não é fácil fazer um texto com tanta gente fera em um mesmo blog, a gente fica preocupado com o que as pessoas vão pensar do nosso post e tudo mais. Mais não vou ligar pra isso, afinal, acho que um blog é pra você expor suas idéias, sua opinião sobre o assunto e blá. Meu objetivo nesse post, era falar sobre o Machismo hoje em dia, que me incomoda muito. Porém, no desenrolar desse post resolvi mudar de rumo. Vou deixar o Machismo pra outra hora. No começo do texto eu disse que a gente fica preocupado com o que as pessoas vão pensar do nosso post e tudo mais. E isso me interessou bastante, e andei pensando algo: Será que a gente não liga para aquilo que as pessoas pensam ou vão pensar da gente não?

Quem aqui não se importa com o que as pessoas pensam, ou vão pensar de você? Tem gente que liga, e tem gente que não. Eu já me preocupei demais com isso. Talvez você se preocupe demais com o que vão pensar sobre seu post, e até mesmo sobre você. Mas eu quero dizer o seguinte: Seja apenas você, independente do que as pessoas vão pensar. O Netto, por exemplo, eu sei que eu posso falar dele, porque eu convivi e presenciei a transformação dele. E ele a minha também. E eu sei que ele não vai ficar bravo em citar ele aqui. O Netto era um cara totalmente fechado, não falava aquilo que pensava, não dava muito a sua opinião sobre as coisas. Ou seja, ele pensava: “Ah, a minha opinião não vai fazer diferença mesmo”. Ainda bem que ele mudou, e vocês podem ver o resultado. Talvez você acha que suas idéias não irão fazer a diferença, mas irão, podem ter certeza. Acho que o objetivo desse blog é a inovação de nossos pensamentos, com essa mistureba toda. Outro exemplo, o Free Hugs! Cinco caras malucos na rua com cartazes querendo abraçar pessoas carentes. Você acha que a gente ligou para o que as pessoas iriam pensar sobre nós? Acho que não, senão não iríamos às ruas nos expor dessa forma. A gente não ficou com vergonha, e sim bem alegres por ter dado certo.

Muita gente chamou a gente de malucos, ridículos e tudo mais, porém a gente não tava nem aí.

Basicamente, o que eu queria dizer para vocês, caros leitores, é: Seja apenas você, independente do que as pessoas irão pensar.

***

No post do Padilha ele falou um pouco sobre a Gripe Suína, e um cara comentou: “Essa gripe virou modinha já. Esqueceram até dos Emos!” Em homenagem a esse comentário, deixei uma coisa pra vocês no Yokitube.

Valeu galera, até mês que vem.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A simples complexidade da invariabilidade da variável X

pipocado por Fábio Bruno às 8:21:00 PM
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24 de Agosto de 2009.


A quantidade de musgo encontrado nas colunas de um manicômio é relativamente proporcional a altura do tróculo das lapiseiras Escreva Feliz.
Tudo faz sentido. Nada faz sentido. O sentido das coisas é não fazer sentido. Logo, se uma coisa não faz sentido, então esse é o seu sentido.
Mas o que é coisa? Coisa é a denominação para o desconhecido, e para tudo. Então não conhecemos nada, ou o desconhecido se torna o que se conhece a fim de que tudo pareça ser o que realmente não é. Se nada é a ausência de tudo, então o que seria a ausência do nada? Se for tudo, então nunca vai existir a ausência de nada e consequentemente não existirá o nada. Se nada não existe, então não se pode definir o tudo, pois ninguém conhece tudo. Porque o fato de conhecer se aplica a entender de forma concreta ou não alguma coisa, entendendo seu tudo. Já que nunca se sabe tudo sobre alguma coisa, logo todo o conhecimento sobre toda alguma coisa é variavelmente inválido. É o abismo entre a razão, nada, e a verdade. A verdade existe se não existir o nada, mas a razão se firma na presença do nada.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Shoramd

pipocado por legscomplainig às 10:50:00 PM
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21 de Agosto de 2009.


Desde que a ideia foi lançada, só passei agonia toda vez que pensava sobre o que escrever. E aqui estou eu me torturando tentando passar alguma mensagem legal pra vocês (sob as reclamações da minha mãe, ouvindo uma playlist - talvez - propícia para reflexões e com minha bolinha de pelo preta e cheirosa no meu colo). Nunca fui boa para me expressar, não que eu tenha alguma coisa pra expressar. Muito menos pra passar mensagens. Até que numa aula de redação, o professor lançou uma proposta legal.

"Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando."

(Guimarães Rosa)

Estamos sempre insatisfeitos. Insatisfeitos com domingos monótonos, com os fins previsíveis, com o arroz-feijão-e-bife de todos os dias, com o horário de entrada da escola, com o cadarço que some na hora da pressa, com a falta de coffee shops agradáveis na cidade, com os móveis marrons do quarto, com as pessoas, muitas pessoas, com a impressora que sempre nos deixa na mão, com o cabelo que parece simpatizar bastante com aquele tal de "bad hair day", com as consequências que "crescer" nos trás, com essa maldita reforma ortográfica que aboliu o trema, com a chuva no final de semana ou com o calor em excesso, com a falta de ideias que surge sempre nas piores horas... Há, de fato, uma parte de nós, costumes, manias (Netto!), pontos de vista que serão sempre os mesmos, satisfeitos ou não. Mas por que não mudar o que está ao nosso alcance? Se fomos feitos com a capacidade de mudar, por que não usufruir dela o máximo possível? É irracional manter a vida num ritmo sempre igual, é importante estarmos sempre experimentando o novo, tentando nos adequar àquilo que mais nos agrada. Uma mudança sempre permite outra, de maneira que é um processo reversível. Não sejam radicais, por favor. Eu tenho certeza que todos vocês aqui, com o QI disparadamente mais alto que o meu conseguem me entender perfeitamente. É difícil dar alguma liçãozinha em que vocês ainda não tenham pensado sobre, mas acho que na verdade escrevi sobre mudanças porque estou precisando um pouco delas. Hm. Agora apertem a opção "bacaninha" e até mês que vem!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Divina Salada

pipocado por Unknown às 12:17:00 PM
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20 de Agosto de 2009.



Um novo blog com várias cabeças pensantes expondo suas ideias no mesmo papel é bastante desafiador. Defender uma ideia ou outra perante a tantas é quase assinar um atestado de apedrejamento. Não ter assunto para compartilhar e escrever por escrever é o mesmo que fazer curso de digitação, ou então jogar paciência. Tudo bem, pelo menos faz o cérebro funcionar.

O mundo inteiro sabe que "gosto e religião não se discute". Mas é lógico que uma troca de ideias sobre o que cada um pensa sobre Deus, ou sobre Alá, não faz mal. Mas por que não nos preocupamos e discutimos também o aquecimento global? Clichê? Pode ser. Mas, cedo ou tarde, esse clichê vai nos engolir e vamos questionar a Deus, Alá, Bento XVI, Michael Jackson e cia. o porquê de o mundo estar desse jeito e se flagelando.

O grande Barack pode ser assunto aqui e também alvo de críticas ou de preconceitos contra brancos. Mas ao final, sempre terá aquele que vai dizer que o Obama é o Anticristo ou a salvação para um mundo melhor.

Aviões caindo mais do que o normal em oceanos. Será o fim do mundo? Talvez sejam só coincidências.

Que tal o escândalo entre Record e Globo, colocando uma religião falsa na tela do espectador? É, a tal religião entrou no meio de novo.

Percebemos que, se juntando e misturando cabeças, ao final de tudo, sempre vai ter alguém que levará o assunto "religião" à mesa. Mas fica bem mais interessante e divertido se diversificarmos os temas e, às vezes, entrarmos em discussão sobre a vida, o universo e tudo mais.

Vamos fazer uma salada. Com tomate, alface, azeitona, uva passa, cenoura, beterraba, mas com pouca pimenta, não muito salgada e nem azeda.

Afinal, junto e misturado é o que há!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Manias

pipocado por Neto às 5:31:00 PM
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18 de Agosto de 2009.


Eu queria começar o texto de hoje mandando um salve páa, púu, páa, púu, pá galera da padaria Por do Sol, páa, púu, páa, púu Hitalo e pra todos que estão perdendo o tempo lendo isso daqui.
Bom gente, das varias maneiras que o Senhor Doutor Excelentíssimo Aurélio apresenta em seu belíssimo dicionário de língua Portuguesa (é claro) é que mania é uma idéia fixa, obsessão. Mau costume, também é bem significativo. Ou extravagância, esquisitice.
Dizem por aí que vamos ficando velhos e as manias aumentam. É verdade, eu observo isso.
Dizem também que é quase impossível não ter manias na velhice, muitas vêm da juventude mesmo, condenamos e depois de um tempo fazemos igual, sem cerimônia alguma.
E quem é que não tem mania? Umazinha que seja? Falar sobre elas, isso sim, pode ser complicado. Ou divertido.
O nosso amigo Hítalo Rios é um cara cheio de manias (esquisitice): Saímos pra lanchar e ele pede dois Hambúrgueres. Ele poderia muito bem pedir um X – tudo!
Eu, por exemplo, só consigo fazer um texto da seguinte maneira: primeiramente vem aquela vontade de fazer um texto, mas não sei bem o que dizer e nem por onde começar. Depois de alguns dias de sofrimento comigo mesmo pensando em que escrever chego ao começo do texto, mas antes de escrever a primeira palavra há toda uma cerimônia, igual quando um pai de santo recebe uma entidade. Depois pego minha caneta predileta e começo a escrever .Vou escrevendo sem ler, apenas colocando as ideias no papel pra depois organizá-las e, por fim, digito e posto.
Talvez isso seja uma mania minha ou uma esquisitice, sei lá, mas acho que não sou o único. Bem, isso é o que eu espero...



Pessoal, eu realmente não tinha nada pra falar por isso falei esse monte de besteiras. Prometo a vocês que mês que vem vai melhorar. Um beijo pra todos e me liguem.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

pipocado por Natália Tasse às 6:33:00 PM
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17 de Agosto de 2009.



Primeiramente, gostaria de me desculpar pela demora do post. Não vou mentir, creio que essas mal traçadas linhas que leem no momento só se concretizaram devido à minha sorte do dia no orkut. A partir desta, me veio um pouco de inspiração e vontade de escrever sobre o desrespeito à liberdade alheia, neste caso, a liberdade religiosa.

Sorte de hoje: Confiamos só em Deus; quanto aos outros, paguem a vista.

É incontestável que a moral cristã é implacável em dizer que não há salvação para aqueles que não creem, como também em defender que quaisquer que sejam os questionamentos em relação à existencia de Deus são pecaminosos e errôneos. Ela coloca os ateus como pessoas que se sentem auto-suficientes o bastante ao ponto de pensarem que não precisam de nenhuma "força maior" que intervenha em sua vida, e os culpa por não crer e por questionar. Convenhamos que o fato de ter a obrigação de acreditar em algo que não se ve, não se pode tocar e não se pode provar a existencia e ainda por cima, que exige ser louvado o tempo todo e ser amado acima de todas as coisas é realmente difícil de aceitar se tivermos um mínimo de racionalidade; Porém, como já dizia o Durock implicitamente no seu post, a tranquilidade da ignorancia é indubitavelmente confortante. Infelizmente, o ser humano questiona e nem sempre se pode ficar em paz com certas dúvidas que nos levam a acreditar que somos absolutamente alienados e manipulados todo o tempo. Não há ser humano no mundo que tenha controle dos pensamentos, e não devemos ser julgamos e mais ainda ser condenados a passar a eternidade abraçando o "capeta" por simplesmente não conseguir segurar pensamentos que circulam sem autorização em nossas mentes. O grande problema criado, é que o controle ideologico que a Igreja detem sobre a grande maioria das pessoas, principalmente as sem um mínimo de senso crítico, é tão forte que elas já se sentem incomodadas na presença de um ateu e até mesmo preferem não se relacionar com eles. Exemplo disso é um pesquisa feita pela revista veja, realizada pela cnt-sensus, onde mostra que 84% dos brasileiros votariam em um negro para presidente da república, 57% dariam o voto a uma mulher, 32% aceitariam votar em um homossexual, mas apenas 13% votariam em um ateu. A Hostilidade em relação aos ateus é tão grande, que o preconceito sofrido por eles não é nem sequer comentado. Para se ter uma idéia atualmente algo em torno de 21% da população mundial é atéia e ainda assim até mesmo a sorte do orkut ridiculariza os que "não creem"! E o mais interessante, é que a própria bíblia prega o respeito pelo próximo independente de qualquer coisa. Não estou aqui julgando todos por um só, minha intenção foi fazer com que os que leiam o que escrevo reflitam sobre o respeito ao próximo. Não só aos ateus, como também a todos os outros grupos marginalizados pela sociedade por algum motivo imbecil. É isso.


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

FiloSofia Bê-a-bá

pipocado por Diego Augusto às 12:20:00 AM
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14 de Agosto de 2009.


Infância e ignorância, de um certo modo, são faces da mesma moeda. E, inclusive, são uma dádiva. É ótimo recebermos presentes sabendo que vieram do Papai Noel e igualmente ótimo passarmos margarina no pão sem saber que aquilo é óleo com hidrogênio. Só.

Sempre é tão linda a fase em que se aprende a ler. Vamos ver? A gente só precisa lembrar da época em que tudo no mundo era puro, e a professora falando as sílabas e a turma inteira repetindo, devagar: bá, bé, bi, bó, bu, cá, có, c… Ops! É, parece que não dá mais pra voltar. A gente não tem escolha, simplesmente entra nessa viagem. É uma pena perdermos a inocência, é uma pena o mundo deixar de ser mágico. De qualquer jeito, é um mal necessário. Mas… imagine se alguma criança percebesse isso. Sofia percebeu.

Era uma sala de aula bem simpática e amistosa. Havia brinquedos aqui e ali, o alfabeto no quadro; na parede, figuras e mais figuras e um relógio do Bozo, o que, sinceramente, daria medo em outro contexto. Enfim, era uma sala de aula alegre como qualquer sala de primeiro ano deve ser e estava recheada de crianças. A Tia Carla acabara de dar as últimas pinceladas na explicação:

- Nas últimas aulas a titia já ensinou pra vocês todas as letras e sílabas, agora eu vou passar um dever pra vocês. Eu vou dar uma folha com umas figuras e vocês vão escrever os nomes delas. Se tiverem alguma dúvida, é só me chamar, tá bom?

E a aula seguiu normalmente. De quando em vez, alguma criança pedia ajuda no exercício ou, obviamente com mais frequencia, pedia para ir ao banheiro. Quando nada acontecia com as crianças, Tia Carla checava os novos torpedos SMS recebidos, tomava café, pensava sobre a dissertação que teria de apresentar e outras coisas. Bom… até mais um dos alunos se manifestar:

- Ô Tiiia, vem cá!

- Que que foi, Sofia? Quer ajuda nos exercícios?

- Eu andei pensando….. Por que ler?

- Huuum, para nos comunicarmos, disse a professora. E continuou – Aprendendo a ler, a criança fica mais inteligente e pode ter um bom emprego quando crescer. O que você quer ser quando crescer?

A menina ignorou a pergunta da professora e disse:

- Está bem. Mas e quanto às mazelas de uma hermenêutica falaciosa? Já se exacerbam os conflitos de nosso viver cotidiano propiciados pela fala, não obstante se cria outra dialética a fim de aumentar a gama de interstícios de nossa humanidade?

Meu Deus! se uma criança com os seis anos de idade falar isso perto de mim, eu corro muito! Mas a professora não poderia simplesmente sair correndo, não teria graça. Na verdade, ela deveria pelo menos perguntar onde Sofia aprendera aquelas palavras, mas eu não consegui pensar num bom motivo para escrever aqui para vocês então vamos tocar pra frente. Carla ficou (muito) espantada, mas preferiu simplesmente ver aonde a conversa iria chegar: – O quê?, disse ela.

- Eu quis dizer, professora, que as pessoas mal se entendem falando. Daí se cria outro modo de comunicação? Isso faz aumentar nossos conflitos…

- Você está certa, Sofia. Mas milhares de anos atrás vimos que precisávamos de algo para passar adiante a informação. É simplesmente impossível imaginar hoje uma sociedade organizada sem a leitura, apesar destes conflitos que ela nos traz.

- Mas, professora… Antes da alfabetização, deveríamos até assinar um termo de compromisso perante tudo que a leitura pode nos trazer enquanto cidadãos, como questionamentos de tudo e de todos; nosso ceticismo é gerado e nosso caráter, famigerado. Tornamo-nos pessoas impessoais, arrogantes.

Tia Carla retrucou: – Tornam-se sensíveis. Já pensou em como seria o mundo sem as cartas de amor ou sem as músicas? E, também, todos nós evoluímos, porque nos tornamos mais questionadores. Isso é difícil para nós, mas no fim criamos movimentos que mudam para melhor o rumo da humanidade.

- É verdade, Tia Carla. – Sofia alterou seu humor - Mas não posso deixar de alertá-la que é um verdadeiro vitupério a nós, alunos, não sermos avisados do que a leitura pode fazer conosco antes que aprendamos a ler. – Enquanto falava, a garota foi piorando até chegar a um êxtase. – Talvez ela até mesmo nos induza à abordagem filosófica compulsiva. Tendo a leitura sua característica exemplar de conexão paradigma, sintagma, fronteira do oculto e do aparente, concretização e pura abstração de si mesma. Tanto à luz da fenomenologia quanto do empirismo enquanto comprovação de uma identidade constante e imutável cujo feixe de percepções ultrapasse o determinismo implícito no enfoque específico dessa ontologia… – o sino tocou e a professora se viu aliviada. Sofia, interrompida, respirou fundo e voltou ao normal, uma criancinha de novo.

Depois de encerrar a aula, Tia Carla voltava para casa com um único pensamento – “preciso marcar uma reunião de pais”.

•••••••••

Vamos todos numa só voz: Feliz aniversário, Pércio!

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Sim, eu usei e abusei do dicionário pra este post. Só espero que tenham gostado. Até o mês que vem. ;)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Sem título

pipocado por Padilha²² às 1:18:00 AM
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12 de Agosto de 2009.



1:18 da manhã... a noite está fazendo frio e assim como lá fora as minhas ideias também estão frias. Não sei como iria ter que começar a escrever aqui nessa suruba blogal. Acho que esse frio rondando aqui deve ser tudo coisa da minha cabeça, talvez por medo dos leitores não gostarem de nada que eu escrever aqui nesse recinto.

Bem que eu queria ser um cado filosófico como todos os outros representantes desse grupo e eu nem sei o pq do convite para escrever aqui, mas eu achei legal a iniciativa, ( um UP! pro post anterior) , pois sinto que todos nós somos diferentes uns dos outros, coisa que acredito que nem no branco do olho poderíamos ser iguais, mas toda essa diferença é a que interliga nossas amizades e ... e... e amizades.

Hoje aconteceu algo estranho, que tenho certeza de que deixou todos os adolescentes felizes... férias de novo, Hehehe, achei isso legal, muitos reclamaram no meu twitter e um dos corneteiros foi o @PfariaR , não sei pq ele está cornetando tanto, deve ter alguma menina muito gostosa que entrou na sala dele para ele querer tanto ir na aula, entretanto , essa gripe suína está mexendo até mesmo com a minha cabeça, com olhos, dentes e cabelo... sim a de cima. Não sei, mas estou achando que todo mundo está ficando doido por causa do medo dessa merda de gripe da porquinha.

Então para não deixar esse espaço aqui meu paradão, escreverei só isso, escrevi pouco e agora quero mandar um abração para meus amigos do coração, um Salve para o meu amigo Perço da Xurupita, um salve para o Felipe Pombo da Xurupita e um Congratulations para a Criss que foi a única a falar comigo aqui que eu era capaz de conseguir postar hj... hehehe.

Bom, com sono eu estou e gripe também. Boa ideia para os próximos e até mês que vem.


Dedo no umbigo,

by by.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O Tudo É Uma Coisa Só

pipocado por A. às 9:58:00 PM
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10 de agosto de 2009.


Em uma idéia louca de juntar de loucos e transformar num grupo musical, teatral e circense que surge “O Teatro Mágico” que coloca em música fantástica uma coisa que todo mundo já deve ter pensado nessa vida, afinal, se tudo o que a gente precisa se parece tanto por que é que não se junta tudo numa coisa só? E desconfio que a música foi escrita com um leve conhecimento de causa,não é por bobeira que o grupo musical,teatral e circense é tudo, é uma coisa só.

Quando falam em distância é que penso em juntar as coisas, fazer da teoria do “universo em uma casca de noz” algo prático, mas a idéia de todo mundo em uma casca de noz não me parece confortável, tenho alguns problemas de dores na coluna. Mas queria me contrariar de quando em vez, talvez em uma bola de futebol...

O Eduardo achou que falávamos de sopa, como da vez pegou o que tinha em casa e colocou em uma panela de pressão e viu o macarrão desaparecer junto com a batata e tudo ficar reduzido a uma massaroca cor de beterraba (que estava junta na festa). Tem como lembrar a fatalidade da Mtv que colocou Calipso com Paralamas do Sucesso. E com criatividade e misturas criamos o eletrofunk e o samba rock. Com a mistura surge a banda Klaxons. Com gosto conhecemos o frango com catupiry. Criamos o capuccino. Fizemos do celular uma câmera fotográfica. Fizemos da câmera um aparelho de som. Juntamos mentes e criamos um blog.

A idéia não é apenas boa, a simples idéia fantástica que as coisas para serem boas não precisam serem sós podem ser misturadas,entranhadas e mais saborosas juntas, como galinha e quiabo.
No caso com textos e textos, o entranhado e misturado somos nós, nossas ideias. Para não saber onde começa um e termina o outro. Não com gosto de uma “sopa massaroca”, mas algo como cordão umbilical e umbigo e o distante será a hora que eu quiser.Oras!

 

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